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Índice dos temas abordados:

Ecografia ou Ultrassonografia
Durante a gestação
1. INFERTILIDADE
2. ENDOMETRIO
3. OVARIOS
4. TROMPAS
5. ENDOMETRIOSE
6. FUNDO VAGINAL
7. UTERO
8. MIOMECTOMIA X HISTERECTOMIA
9. EMBOLIZACAO DE MIOMAS
10. HISTERECTOMIA

 

Ecografia ou Ultrassonografia

ecografiaÉ um exame realizado com um aparelho que emite ondas de ultrasson, em uma freqüência que não são captadas pelo ouvido humano, e se “batem” em algo sólido voltam, e dependendo da velocidade que bateu e voltou ele dá a conformidade sólida do corpo.

É o mesmo sistema usado pelos morcegos para voarem de noite. Os líquidos são menos densos e são vistos como negros (escuro) na tela do ultrasson. O que é sólido, massa, músculo, tecido, é visto mais claro na ecografia.

Veja mais sobre parto:

www.gigabusca.com.br/wiki/Parto.html

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Durante a gestação

Em relação à ultrassonografia não devemos abusar da mesma, pois ainda não é totalmente claro o que o excesso pode provocar na vida de uma criança em formação. Mas, sugerimos que sejam feitas três ultrassons. A primeira deve ser feita entre 11 de 14 semanas de amenorréia. Ela vai avaliar a implantação fetal, confirmar a idade gestacional ou não, vai poder avaliar a Translucência Nucal, que é uma medida da base do encéfalo da criança, que pode vir alterada em algumas situações. Pode estar alterada em caso de doenças genéticas, como síndrome de Down.bebecor

A segunda ecografia sugerimos que seja feita por volta das 20-24 semanas, quando pode até ser feita a analise morfológica. Ela vai nos informar o desenvolvimento do bebê, implantação da placenta, sexo da criança, condições uterinas, e algumas outras informações específicas.

A terceira sugerimos que seja feita por volta de 36 semanas, quando vamos avaliar o peso fetal, a maturidade placentária, a quantidade de líquido amniótico, a situação fetal (cabeça para baixo?), se tem bebecor2cordão em torno do pescoço, e outras informações importantes para o parto.
Para guardar resumimos: 12, 24 e 36.

O ultrasson 3D OU 4D pode ser feito entre 26 e 30 semanas, ele mostra o rostinho do bebê e outros detalhes. Não tem valor médico, mas tem um grande significado emocional, pois o que vemos fica melhor em nossa mente. É importante para alguns casais verem o seu filho, ou filha e, se não tiver contra-indicação, pode ser uma boa lembrança da vida intra-uterina. Alguns casais se frustram, pois não conseguem ver a carinha dobebecor3 bebê, se é parecido com a mãe ou com o pai. Em alguns casos se tem uma boa visão dostraçosdo bebê.

MEDICINA FETAL: É um ramo da medicina que estuda o bebê (que é tido como feto antes de nascer) dentro do útero ainda, doenças possíveis, identificação de material genético, punções, etc.

Para maiores informações visite:

boasaude.uol.com.br

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O ULTRASSON GINECOLÓGICO pode ser feito para avaliar diversas situações em ginecologia. Vamos ressaltar algumas delas:

1. INFERTILIDADE:

Fazemos o acompanhamento da ovulação, avaliando o ovário, o surgimento e crescimento do folículo, que vai aumentando gradativamente até atingir um grande tamanha e diminuir repentinamente, um sinal que ovulou, ou não diminuir e revelar um ciclo ANOVULATORIO. Deve ser feito o primeiro exame por volta do dia 10 da menstruação. E daí por diante cada 1 ou 2 dias até o diagnóstico. Há casos que fazemos 3 4 até mesmo 7 exames. Como é aleatório, pode cair num sábado, domingo...

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2. ENDOMETRIO:

avaliamos o crescimento do endométrio, a capa interna do útero, que também vai aumentando com o desenvolver do ciclo menstrual. Vai ficando espesso. Nas mulheres menopausadas ele deve estar muito fino ou imperceptível, se estiver espesso (maior que 5 mm) deve ser investigado.

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3. OVARIOS:

Avalia o tamanho, posição e conteúdo dos ovários. No caso de cistos ele vai demonstrar o conteúdo destes se é liquido ou sólido. Não se deve preocupar com folículos de ovário,que eu todo mês são produzidos.

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4. TROMPAS:

No caso de hidrossalpigio, ou seja, trompas ocluidas, obliteradas com conteúdo liquido, que pode ser inclusive abscesso, no caso de doenças inflamatórias pélvicas (DIP).

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5. ENDOMETRIOSE:

Doença que determina a implantação de endométrio em diversas partes do sistema geninal feminino, como superfície do útero, ovário, peritoneo visceral e pélvico, Determina cistos de conteúdo espesso. À cirurgia são de cor achocolatada (sangue pisado).

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6. FUNDO VAGINAL:

Avalia a presença de cistos de fundo vaginal, espessamento de fundo de saco ou aumento de glândulas.

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7. UTERO:

Avalia o tamanho do útero que em uma mulher que nunca teve filho deve ter o volume não maior que 90 cm³. No caso de mulheres que já tiveram filhos pode ter até 120 cm³. Mas podemos ver também a presença de MIOMAS, que são tumorações da parede do útero, benignas, e que tendem a aumentar com o tempo. Miomas tem pequena possibilidade de malignizacao, muito pequena mesmo, por isso deve-se evitar a retirada dos mesmos. Eles tendem a voltar. Porem em alguns casos esta indicada a MIOMECTOMIA, cirurgia de retirada dos miomas, quando dão sintomas de sangramento, anemia, fraqueza, aumento de útero que comprime a bexiga, ou um grande aumento do útero.

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8. MIOMECTOMIA X HISTERECTOMIA:

O útero é um órgão importante para a mulher. É o símbolo de sua feminilidade, fertilidade. Não podemos dizer a uma mulher que já teve prole definida que seu útero não serve para mais nada. Tudo no corpo tem suas funções. Então, sempre que possível melhor conservar o útero. Fazer a retirada do útero somente em casos extremos.

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9. EMBOLIZACAO DE MIOMAS

É um recurso da medicina atual para se conservar o útero, mesmo com miomas grandes. É realizado por uma equipe com ginecologista, radiologista, anestesista e é injetado por um cateter que entra pela perna e vai até a artéria uterina e chega até o mioma as vezes, uma quantidade de material que vai obstruir a artéria, e vai cortar a nutrição do mioma, fazendo que ele entre em necrose, e diminua com o tempo. Podemos fazer este procedimento como recurso pré-operatorio em miomas muito grandes, para aumentar a chance de manter a matrix. Para maiores sobre a embolização detalhes veja:

www.promatrix.com.br

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10. HISTERECTOMIA

É a cirurgia de retirada do útero, que pode ser feita por laparotomia, (abertua da barriga como uma cesariana) ou vídeo-lararoscopia, onde se introduz uma sonda pelo umbigo que projeta em um vídeo a imagem dentro da barriga e se faz uma cirurgia menos interventiva com melhor recuperação.

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